Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010

Visita ao Forte de Peniche 24 Fevereiro 2010




Numa visita de estudo efectuada no dia 24 de Fevereiro ao Forte de Peniche com o professor de cidadania, tiraram-se várias fotografias, nas quais nos deu a escolher uma para podermos fazer um trabalho, eu escolhi o pátio e uma visão das celas da prisão.

Esta imagem representa o pátio e algumas das celas da prisão do Forte de Peniche. Os prisioneiros recebiam uma hora de recreio por dia onde o passariam neste pátio sendo sempre vigiados por guardas que estavam em todo o lado, mas se eles comunicassem entre eles ou fizessem sinais e que fossem vistos pelos guardas eles seriam levados para o segredo.
As celas eram pequenas onde apenas tinham uma cama, um armário, um lavatório e um pequeno balde onde eles teriam que fazer as necessidades.
No inicio apenas haviam meia dúzia de presos mas ao fugirem por uma porta de ferro que estava no chão, onde daria a uma gruta, isso fez com que a prisão ficasse em vergonha por isso construíram estes pavilhões, para ter mais segurança.


Ruben Leal




Na parte de baixo do museu falaram sobre várias coisas, mas esta imagem representa os barcos de construção naval e a sua evolução como por exemplo antes as cabines eram mais baixas mas depois subiram-nas para melhor visualização, também acrescentaram os fios para a introdução de aparelhos náuticos como por exemplo os radares, as linhas de comunicação com a costa e etc, com estes acrescentos diminuiu os naufrágios.
Eu sou aquele que está no canto esquerdo.

Fábio André Bem




Capela de Santa Bárbara no forte de Peniche. A senhora decidiu abrir a capela para nós podemos ver a capela de Santa Bárbara, quando entrei, devido as cadeiras novas, do século XXI, pensei que se dava missa aí, não concordei com aquelas cadeiras, devia estar com uns bancos corridos em madeira. Comentei com o meu professor José Hugo, ele também concordou com a minha opinião!

E uma capela muito bonita e esta muito bem conservada, os antigos tiveram bastante trabalho a construir esta capela mas valeu bastante.

Telmo Marques



Isto é uma cisterna do forte de Peniche que construíram para armazenar a água das chuvas, essa era a água que os presos políticos e os guardas consumiam. Esta cisterna esta situada por de baixo do chão onde os prisioneiros tinham o seu recreio.
Por de baixo do chão da zona de recreio situa-se esta grande cisterna com muitos pilares como se pode ver e que estão cheios de calcário devido as águas.
Ainda não tinha ido ao Forte de Peniche, fui lá no dia 24 de Fevereiro e gostei muito de saber como é que os presos políticos eram tratados e como viviam dentro daquele forte que foi construído para impedir que os exércitos inimigos entrassem na nossa costa.
O forte parece que tinha um grande controlo sobre os prisioneiros mas mesmo assim fugiram de lá uns quantos.

Fábio Figueiredo



Cada piso do pavilhão tem uma refeição conjunta no refeitório, onde não é permitido falar ou fazer um gesto sem autorização previa.
Se um preso era apanhado a ofertar um pêro, ou simplesmente a trocar uma pequena frase sem pedir e obter autorização para isso, era certo e desproporcionado o castigo.
Os presos foram avisados de que passar uma azeitona ou um cigarro sem previa aquiescência dava segredo.
Gostei muito da visita nunca tinha ido ao forte de Peniche e eu gosto de conhecer coisas novas.

Joel Mendes



Olá eu sou o Daniel Marques vou falar sobre o pátio do forte de Peniche.Os prisioneiros políticos tinham direito a 1 hora de recreio e não podiam falar uns com os outros porque eram castigados e quem não respeita-se iam para o segredo como castigo.Os prisioneiros eram maltratados quanto a comida o rancho é a pior de todas cadeias politicas. O peixe geralmente é do mais raimoso e nuca era fresco. Em 100 refeições dão 34 de bacalhau. Bacalhau que é só espinhas e que até já bichos tem trazido. Não há verduras nem saladas. Aquilo que chamam prato de carne é arroz ou massa com ossos, cebo, peles, de sabor repugnante. Em 100 refeições 47 são guisados com colorau. Os mesmos pratos são dados duas, três vezes por semana.

Daniel Marques



Este livro foi manuscrito para ensino da língua Inglesa que foi um livro escrito por Jacob Bensabat, e quem transcreveu o livro foi Aníbal dos Santos Barata que ele fez as folhas do livro com sacas de batatas e escreveu o livro quando estava preso no Forte de Peniche.

Luís Valente




Na visita de Estudo no Museu de Peniche havia muitas coisas históricas, mais umas das coisas que me chamou atenção foi o presídio, como eles vivia dentro das celas.
Eles viviam dentro de uma cela muito pequena onde tinha uma cama, um armário e um balde (fig. Acima), era onde eles faziam as necessidades deles, cada cela havia um balde.

Rafael Wesley



Esta é a cela de Álvaro cunhal.
Álvaro Cunhal era o mais perigoso de todos os prisioneiros, por isso tinha uma cela especial, a cela é maior do que todas as outras, até mesmo a porta e o chão são blindados.
Hoje em dia a cela de Álvaro Cunhal está decorada com todos os desenhos que Alvaro Cunhal fez durante o tempo que este preso.

Jónatas Silva



Fuga de Dias Lourenço
Uma das fugas mais arriscadas e difíceis, até porque não contava com nenhum auxilio do exterior. Dezembro de 1954.
Varias Fugas
1934- Fogem dois presos pelo respiradouro da parada.
1938- Fofem três presos do baluarte redondo.
1946- Fogem seis presos.
1950- Fogem dois presos depois de cortarem as grades de uma sala.
1951- Fuga de Francisco Miguel com Jaime Serra.
1954- Foge um preso do baluarte redondo, que então funcionava como segredo António Dias Lourenço.
1960- Fuga de dez presos do piso 3 do pavilhão c, entre os quais Álvaro Cunhal.

Fugiu do “segredo” de Peniche, depois de cortar pacientemente a grossíssima porta de com o auxílio de uma faca. Servindo-se de lençóis desceu do alto da fortaleza e, ainda de grande altura, teve que saltar para o mar, com o risco de vir-se a esmagar-se nos rochedos. Num mar encapelado e gelado de Dezembro teve de nadar muitos metros até atingir a praia dos pescadores (Prainha de S.pedro).

Rui Silva



Esta foto mostra com os prisioneiros podiam falar com as suas visitas, eles não podiam ter o mínimo contacto com as visitas, eram sempre bem vigiados pelos polícias, esta sala tem por volta de 15 lugares. Nesta visita podemos observar como os prisioneiros eram tratados, os direitos que tinham, tudo o que podiam fazer, tinham um pátio onde podiam descontrair, mas não podiam falar uns com os outros. Eu gostei da visita o forte é muito giro.

André Santos




Esta foto mostra uma abertura para uma gruta. Quem puser a mão lá dentro sente a corrente de ar. Dizem que à uns tempos atrás uma rapariga pôs-se em cima da grade e que a corrente de ar a cuspiu para cima da prisão.

David Ferreira

1 comentários:

  1. Olá
    Foi com grande alegria que descobri o vosso blog, maior ainda quando descobri que fui eu que vos fiz esta visita guiada e que surtiu efeito, isto quer dizer que ficou alguma coisa na vossa memória daquilo que vos expliquei. Espero que esta visita tenha sido útil nos vossos trabalhos de formandos.Muitas felicidades a todos. Isabel Santos

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